Opiniões da blogosfera
Do Clube da Sueca:
"Acabei de ler o texto divulgado pelo Governo.
Parece-me cheio de generalidades que qq pessoa está obviamente de acordo e tirando o ensino do Ingles desde o ensino básico, tudo o resto são projectos de projectos que dependem sobretudo da vontade dos investidores privados, esses sim o principal motor do plano. De que forma o estado vai incentivar os investidores privados(fiscalidade, flexibilidade dos contratos de trabalho, propriedade intelectual proveniente de fundos publicos,..) ainda ninguém sabe.
O principal é obviamente a formação dos recursos humanos (doutorados e afins) e nesse aspecto as universidades são o pilar principal.Não vi qq referencia ao papel das universidades neste processo, tirando a referencia à uniformização dos cursos a nível Europeu previsto no Tratado de Bolonha."
"Acabei de ler o texto divulgado pelo Governo.
Parece-me cheio de generalidades que qq pessoa está obviamente de acordo e tirando o ensino do Ingles desde o ensino básico, tudo o resto são projectos de projectos que dependem sobretudo da vontade dos investidores privados, esses sim o principal motor do plano. De que forma o estado vai incentivar os investidores privados(fiscalidade, flexibilidade dos contratos de trabalho, propriedade intelectual proveniente de fundos publicos,..) ainda ninguém sabe.
O principal é obviamente a formação dos recursos humanos (doutorados e afins) e nesse aspecto as universidades são o pilar principal.Não vi qq referencia ao papel das universidades neste processo, tirando a referencia à uniformização dos cursos a nível Europeu previsto no Tratado de Bolonha."
22 Comments:
um wish list própria da época natalicia
Só uma pequena adenda ao colocado anteriormente, o Tratado de Bolonha não tem me vista a uniformização dos cursos, nem dos seus planos curriculares, tem sim como objectivo a uniformização dos graus de ensino e sua duração. Uniformizar cursos a nivel europeu seria um enorme erro, já que a mais valia do Ensino Superior, é a sua especialização e a sua qualidade. Essas sim deveriam ser as premissas tomadas pelo governo, tantoa nivel do Ensino Superior, como do restante ensino (basico e profissional) de modo a assentar todo este projecto de projecto.
Pelo que li, as universidades vão ter um papel importante na expansão da oferta pós-secundária, isto é, ao nível dos cursos de especialização tecnológica, reforçando o ensino técnico e profissional
O Plano Tecnologico é só tanga para Pertuga comer.Como é possível ser tão demagogico como o José Socrates e seus apaniguados, pois se nos deparamos com os serviços oficiais,sem T.I.,sem ligações em rede,sem cpapel de fotocópia, enfim, uma desgraça.
Por isso é muito fácil criticar os FUNCIONARIOS PÚBLICOS, mas ninguem nem o próprio Governo é capaz de falar a verdade aos PORTUGUESES.Mas não é só este Governo, são todos os depois do 25ABR.74, e por isso é que temos a maior casta de iNcompetentes (Politicos) REFORMADOS, sem nunca terem tido o gosto de saber o que é TRABALHO.
Muito mais se poderia dizer mas infelizmente temos um POVO um pouco CULTO, e que não v~e mais do que isto.Só temos Bloco Central para ARRUINAR o PAIS sem nunca serem chamados á responsabilidade.
Gostaria de aproveitar este espaço para publicitar um blogue sobre este tema:
Porque é que eu não sou milionário?
Um ponto que não deve cair no esquecimento no debate sobre o acesso democrático às tecnologias de informação: acesso à Internet através da rede eléctrica.
O Público prestaria um verdadeiro serviço público se nos esclarecesse sobre as virtudes e os defeitos deste suporte e as implicações para utilizador.
Apesar da minha opinião deficitariamente informada, parece-me que pelo menos agitaria de forma saudável os interesses da PT, que nos mantem (e às outras operadoras também) agrilhoados no fundo da caverna, bem longe de um verdadeiro serviço de banda larga, sem os contrangimentos predatórios do lucro obsceno.
Seria interessante informar sobre o tema os leitores de forma a suscitar debate racional sobre ele.
Um abraço e bom trabalho!
"Cerca de 58 por cento dos inquiridos pelo INE confessaram que não acham a Internet útil. Um pouco menos, 53.5 por cento, reclamam do elevado custo do equipamento e 52 por cento confessou não saber utilizar o serviço."
Quem quiser saber como será o futuro do país, é ver hoje o que se passa e o que estamos a fazer nas escolas secundárias. Aí podemos "ver" como os planos, em regra, não passam disso mesmo.
"Cerca de 58 por cento dos inquiridos pelo INE confessaram que não acham a Internet útil. Um pouco menos, 53.5 por cento, reclamam do elevado custo do equipamento e 52 por cento confessou não saber utilizar o serviço."
Quem quiser saber como será o futuro do país, é ver hoje o que se passa e o que estamos a fazer nas escolas secundárias. Aí podemos "ver" como os planos, em regra, não passam disso mesmo.
"Cerca de 58 por cento dos inquiridos pelo INE confessaram que não acham a Internet útil. Um pouco menos, 53.5 por cento, reclamam do elevado custo do equipamento e 52 por cento confessou não saber utilizar o serviço."
Quem quiser saber como será o futuro do país, é ver hoje o que se passa e o que estamos a fazer nas escolas secundárias. Aí podemos "ver" como os planos, em regra, não passam disso mesmo.
Em pirmeiro lugar sobre o papel das universidades na oferta secundaria, alem de passar a ser relevante passará decerto também a ser necessário para as contas bancarias das mesmas. Esta é mais uma medida de (des)investimento no Ensino Superior e concumitantemente no (des)investimento na actualização técnica e formação profissional dos nossos quadros.
Quanto a questão da internet, compartilho inteiramente da opinião do Sr. querointernetgratis. Quanto aos números apresentados pelo estudo do INE, carece de esclarecimento a quem foi dirigido o mesmo, já que se perguntarem pela utilidade de internet numa povoação ou a cidadãos que nunca tiveram necessidade ou contacto com a tecnologia, decerto as respostas até seriam mais expressivas. Quanto aos custos dos meios para etr internet em casa, penso que a questao deveria ser da disponibilização de meios. É claro que o ideal seria cada habitação possuir além da ligação em banda larga, possiur também um pc ou similar. No entanto isto é dificil de ser conseguido, assim sendo não seria a criação de "spots" comunitários de acesso, com a possibilidade de aquisição gratuita de conhecimentos em tecnologias de informação uma solução?
Uma outra questão que gostaria de colocar, era se, este mesmo plano tecnologico irá ser acompanhado de (mais) uma reforma programática das escolas, com vista a não acontecer o paradoxo de serem somente demonstradas técnicas aos alunos de uma área que além de desactualizadas, jã não são encaradas como caminhos a seguir numa investigação.
O plano tecnológico é um balão só com ar. Uma mão cheia de palavras sem sentido é o que se tira depois de ler todos os capitulos do referido plano.
Como se diz por ai 'eles falam, falam...'
Depois das agendas do Executivo sobre as admissões à (possivel) sucursal do MII em Portugal, ninguem nos tira a convicção de que é Conspiração...
A primeira medida deveria ser acabar com o PAPEL, nas Universidades e na Administração Pública !!
Lembra-me o Guterres na Televisão a anunciar a flat-rate da internet. Disse preços e tudo! Mas a PT manda mais que o primeiro-ministro e o "plano" nunca viu a luz do dia...
Nem o privado nem a Anacom vao poder inundar rapidamente todo o territorio português de adsl 2+.
So sera mais um atraso estructural.
Porque os fundos provenientes das licenças UMTS ou outras receitas nao servem para desenvolver a adsl rapido em todas as zonas remotas dos pais ?
Tudo fala em inovação
Neste Portugal parado e pobre
Como não temos melhor sorte
Para sair da escravidão
Vão-nos entretendo com palavras
Que nem eles sabem o que são
Choque tecnológico deste tempo
Invenção dos nossos governantes
Sempre a política de dementes
Ao empreendedor, pedem inventos
Ao inventor, empreendimentos
Neste Portugal do futuro adiado
Sendo o fado o nosso mal
Essa dita canção nacional
Qual lavagem mental
De pobres desgraçados
Acabem com a merda dos fados
Se é esse o mal de Portugal
Ponham bandas e marchas
Pífaros gaitas e adufes
Malhem neles e nos abutres
Que põem o país na miséria
Mandem-nos a todos, prá Sibéria
Ou, mais longe para outras bandas
Salteadores da arca perdida
É o melhor nome por que os trato
Esses abutres com pelo de rato
Que se pavoneiam a toda a hora
Á custa de quem sofre e chora
Ao ver e sentir, sua causa esquecida
fernando gonçalves- fundão
Portugal fora do Salão de Invenções de Genebra 2006
Carta aberta ao primeiro-ministro de Portugal
É com profunda tristeza e muita indignação que não vejo este ano o meu país representado no maior salão de inventores do mundo. Em 34 anos do Salão de Inventores e Novas Tecnologias de Genebra (Suíça), de onde vieram mais de trezentas medalhas para Portugal, é a primeira vez que o nosso país não está representado. E não está pela mísera quantia que o Estado atribui à Associação Portuguesa de Criatividade para participar neste evento.
Sendo o discurso de V. Excelência farto em novas tecnologias , em inovação e choques tecnológicos, é de estranhar e questionar o constante desprezo que tem nutrido pelos inventores portugueses e suas obras, com o expoente máximo nesta atitude do seu governo, negando a participação portuguesa neste evento internacional.
Como muitas vezes tenho afirmado, a inovação e a criatividade é, mais que inventar, um estado de espírito para que toda a sociedade ponha em prática novos métodos e novas maneiras de estar.
O que é que nós, inventores, vamos dizer aos estudantes quando nos convidarem para participar nas suas mostras de Ciência? Só uma palavra: emigrem! Fujam deste País de faz de conta.
Aos inventores portugueses só posso aconselhar o boicote a actos de registo de patentes nacionais e a falta de comparência a colóquios, em escolas e demais convites no espaço português. A par disso, convidar os inventores portugueses e a Associação Portuguesa de Criatividade a solicitar apoios à nossa vizinha Espanha e suas associações de inventores, para debaixo da sua bandeira podermos mostrar o trabalho que a nossa pátria madrasta nos impede de divulgar.
Termino esta carta, com um poema de um autor anónimo, para V. Excelência e o seu governo lerem e meditarem, se para tal tiverem sensibilidade.
“Por falta de um inventor, se perdeu um invento,
por falta de um invento, se perdeu um produto,
por falta de um produto, se perdeu uma empresa,
por falta de uma empresa, se perdeu uma fábrica,
por falta de uma fábrica, se perderam milhares de empregos,
por falta de milhares de empregos, um País perdeu seu futuro,
tudo por falta de um inventor''
Fernando Nogueira Gonçalves, ex- apoiante de José Sócrates
PORTUGAL E AS NOVE CAUSAS DE ESTAGNAÇÃO
1º Considerando que o atraso de Portugal se deve essencialmente à pouca iniciativa empresarial, associada e desenvolvida por uma cultura de pavor ao risco e à inovação começada muitas vezes nos bancos da escola.
2º Considerando que deve ser implementada nos estabelecimentos de ensino e logo nos primeiros anos, uma cultura que promova a iniciativa, o risco e a investigação com a componente prática e experimentação.
3º Considerando que as acções actualmente implementadas são castradoras, elitistas e à margem das realidades que se vivem no país.
4º Considerando que algumas das acções (acesso às novas tecnologias, informática internet entre outras) actualmente em execução ou em vias disso, deveriam ser uma ferramenta de trabalho e não um fim à vista, como se tem dado a entender e a realidade demonstrará.
5º Considerando o sistemático erro de querer fazer do criativo, investigador e inventor um potencial investidor e empreendedor, quando se sabe ou deveria saber que, estes atributos podendo coabitar na mesma pessoa, são realidades distintas e com tratamentos que deveriam ser diferênciados.
6º Considerando que é anti-pedagógico querer fomentar a criatividade e a inovação, plagiando métodos e experiências de outrem, nomeadamente experiências realizadas em países estrangeiros.
7º Considerando que a análise atrás descrita é fundamentada na vivência e experiência do dia a dia dos cidadãos e não em audições de quem não vive os problemas reais, sendo sim e na maior parte das vezes uma peça dos mesmos.
8º Considerando que a realidade portuguesa, é diferente em todos os aspectos das realidades dos outros países, quer pelo espaço fisico, quer pelas diferenças culturais, quer outras.
9º Considerando que todos os problemas das empresas, criativos, investigadores e inventores são o somatório das alíneas atrás descritas e que, não podem ser analisadas em separado pois complementam-se entre si.
PORTUGAL E AS NOVE MEDIDAS DE DESENVOLVIMENTO
1º Criação no i.n.p.i instituto nacional da propriedade industrial, de um banco de patentes, registadas pelos criativos, investigadores, inventores , empresas, institutos e universidades portuguesas , o qual será um viveiro de produtos para consulta do mundo empresarial e empreendedor .
2º Isenção de todas as taxas na apresentação de patentes, modelos de utilidade e desenhos industriais e sua manutenção, enquanto estes títulos estiverem depositados no banco de patentes atrás mencionado.
3º Criação imediata de um salão de inventos, novas tecnologias e novos produtos, com (inscrição gratuita) com prémios de reconhecimento e monetários, com caracter anual e dividido em pelo menos 4 categorias :
Empresas
Institutos e universidades
Escolas
Inventores independentes
a) Porque não iguais, deverão ser criadas divisões sectoriais nos produtos e trabalhos a apresentar.
4º Suporte e apoio estatal, a todas as criações de interesse económico e estratégico para o país, na obtenção de patentes europeias e internacionais. Verba que será restituida ao estado e com correção monetária, pelo titular no acto de tranferência ou venda da criação.
5º Isenção ou redução nos primeiros anos de i.r.c., i.v.a. entre outros, às empresas que produzam um ou mais produtos, de patentes ou modelos de utilidade e desing, registadas pelos criadores portugueses ou afectas ao banco de patentes.
6º Criação de um distintivo (reconhecimento) para as empresas que promovam a produção de um produto novo no mercado.
7ª Suporte e apoio financeiro estatal, aos trabalhos premiados no ponto 3º para mostras e salões internacionas.
8º Criação de um recibo para os donativos dados por particulares ou empresas à investigação, invenção e à sua divulgação, o qual deve beneficiar o dador não penalizando o receptor, tanto a nivel de i.r.s como i.r.c
9º Criação de um reconhecimento especial, com o fim de promover parcerias entre todos os agentes atrás descritos, no desenvolvimento e apresentação de trabalhos, invenções e produtos inovadores.
Fundão 31 de março de 2006
Autor
Fernando Nogueira Gonçalves
Bem quanto ao plano tecnológico, acho que poderia funcionar se o governo realmente o puzer em prática, e não houver desvio de fundos como é comum.
Quanto a bolonha, acho um erro diminuirmos os anos das nossas licenciaturas, já é bastante dificil para os alunos conseguirem acabá-la nos 4 ou 5 anos previstos, quanto mais diminuir para 3. Sou aluna Universitária e acho um erro o tratado de Bolonha a não ser que os planos curriculares das nossas licenciaturas passem a ser iguais aos dos outros países assim como os métodos de avaliação, tome-se por exemplo Inglaterra onde a maioria das cadeiras são feitas por trabalhos, ou os estados unidos onde as licenciaturas apenas servem para dar as bases para os alunos proceguirem para um mestrado ou doutoramento dentro das areas que lhes interessam. Mas como já conheço o mundo universitário português, os cursos vão tornar-se mais difíceis e mais inacessíveis.
Gastam,gastam, gastam e só dizem asneiras...
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Até aqui eram só os tribunais a abarrotar de processos..
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Dividas e mais dividas de caloteiros profissionais e eminentes personalidades passadoras de cheques sem fundo à vista...
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Agora os tribunais tem poucos processos, os caloteiros assobiam e cospem naqueles a quem devem , os bancos já não sabem o que fazer a tantos cheques carecas..
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e os julgados depaz que só servem paraobrigar os sinistrados de acidentes deviação a aceitar o acordo que a seguradora lhes impõe...estão às moscas....
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há que dar trabalho a essa gente..pois são filhos de"boa gente"...
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Os outros que são juizes, funcionários judiciais, causidicos e que tais que vão para a sargeta...
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é assim ou não é?
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Como muitas outras pessoas, acredito que este plano tecnológico fica muito aquém das espectativas. A minha crítica não é bem sobre este post mas é sobre um dos projectos do plano em questão.
Poucas palavras são aquelas que restam para criticar um dos mais recentes projectos com base no plano tecnológico. Este projecto surge com o implícito lema de "igualdade de oportunidades" de acesso às novas tecnologias e é dirigido "aos alunos que se vão matricular em 2007/08 no 10º ano (1ª Fase), aos professores do ensino básico e secundário e aos trabalhadores em formação, inscritos nas Novas Oportunidades (retirado do site www.eescola.net)". Tudo se torna mais engraçado quando com este projecto se acaba por criar ainda mais desigualdades entre os alunos... (a crítica continua no meu blog http://esfregaohumano.blogspot.com)
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